Fazer leis para o Amazonas
Propor e votar leis que valem no estado inteiro: segurança, escolas estaduais, transporte entre as cidades e impostos do Estado, como o IPVA.
Sou o Kaike Lira, pré-candidato a deputado estadual pelo Amazonas. Aqui eu explico, sem enrolação, qual é o caminho até 2030, o que um deputado estadual pode fazer de verdade e como isso chega na vida de quem vive aqui.
Por que deputado estadual? Porque é na Assembleia Legislativa que se votam as leis do Amazonas, o dinheiro do Estado e a fiscalização do governo: segurança, escolas estaduais, transporte entre as cidades e impostos como o IPVA.
O movimento Amazonas Forte roda os bairros, ouve o povo nas enquetes e na Comunidade e transforma o que ouve em propostas. Tudo aberto aqui no site, para qualquer um ver e opinar.
Entrei no Partido Liberal (PL). No Brasil ninguém é candidato sem partido, e a lei exige a filiação pelo menos 6 meses antes da eleição. Esse passo já está feito.
É o partido que escolhe, em convenção, quem vai disputar a eleição. Só aí o pré-candidato pode virar candidato.
Só a partir daí a lei permite pedir voto. Até lá, o que o movimento faz é apresentar ideias e ouvir o povo.
O povo do Amazonas escolhe os 24 deputados estaduais da Assembleia Legislativa (Aleam).
Quem é eleito assume em fevereiro de 2031 e trabalha 4 anos na Assembleia. É aí que as propostas viram projeto de lei, emenda no orçamento e fiscalização.
Propor e votar leis que valem no estado inteiro: segurança, escolas estaduais, transporte entre as cidades e impostos do Estado, como o IPVA.
Todo ano a Assembleia vota o orçamento do Amazonas. O deputado muda o orçamento com emendas e pode mandar dinheiro para obras e serviços nos bairros e no interior.
Chamar secretários para explicar, pedir informação oficial, abrir CPI e acompanhar as contas do governo junto com o Tribunal de Contas.
Fazer audiência pública nos bairros e no interior e mandar ao governo os pedidos do povo (as indicações), cobrando resposta.
Fazer pressão, junto com a bancada do Amazonas no Congresso, pelo que é dever do governo federal, como a fronteira e a Zona Franca.
Publicar os gastos do mandato, os votos e as emendas, para qualquer pessoa conferir.
O deputado estadual não é prefeito nem governador. Ele não manda asfaltar uma rua, não comanda a polícia e não marca o preço da passagem de Manaus, que é decidido pela Prefeitura.
Algumas leis só o governador pode propor, como as que criam gasto novo ou mexem na estrutura do governo. Nesses casos o deputado sugere, coloca dinheiro no orçamento, cobra e fiscaliza até sair do papel.
E são 24 deputados: nada passa sozinho, é preciso convencer a maioria. Por isso o movimento fala em defender, lutar e cobrar, e não promete o que não depende de um deputado só.
Cada proposta do movimento tem um caminho dentro da Assembleia: